A Vida de Brian

a-vida-de-brian-posterLançado em 1979, conta a história de Brian Cohen (Graham Chapman), um jovem judeu que nasceu no mesmo dia em que Jesus Cristo, e posteriormente é confundido com o Messias.

O filme contém uma forte sátira religiosa, motivo de controvérsia na época de seu lançamento, atraindo acusações de blasfêmia e protestos de alguns grupos religiosos.

Clique aqui para ler o roteiro do filme (em inglês).

FICHA TÉCNICA:

Dirigido por Terry Jones

Produzido por John Goldstone

Escrito por Graham Chapman, John Cleese, Terry Gilliam, Eric Idle, Terry Jones e Michael Palin

Estrelando: Graham Chapman, John Cleese, Terry Gilliam, Eric Idle, Terry Jones, Michael Palin, Connie Booth, Carol Cleveland e Neil Innes

Música por Geoffrey Burgon

Distribuído por: Cinema International Corporation (Reino Unido), Orion Pictures / Warner Bros (EUA)

Duração: 94 minutos

Orçamento: U$ 4 milhões (cerca de R$ 8 milhões)

Bilheteria: U$ 20045115 (cerca de R$ 40 milhões)

ENREDO
Brian Cohen nasceu em um estábulo a alguns metros do estábulo em que Jesus nasceu, o que inicialmente confunde os Três Reis Magos.

Brian cresce um jovem idealista que se ressente da ocupação romana na Judeia. Enquanto frequenta o Sermão da Montanha, Brian se apaixona por uma rebelde, Judith Iscariotes. Seu desejo por ela e o ódio pelos romanos o leva a se juntar à Frente Judaica Popular, um dos muitos movimentos rebeldes de independência que passam mais tempo brigando entre si do que contra os romanos.

Depois de várias desventuras, Brian escapa de Pôncio Pilatos (Palin, com dislalia, um distúrbio da fala caracterizado pela dificuldade em articular as palavras). Tendo que se disfarçar de profeta no meio de uma multidão, Brian fala algumas palavras pseudo-religiosas. Isso rapidamente atrai um público pequeno, mas curioso.

01Sem querer ele acaba inspirando algumas pessoas, que começam a chamá-lo de Messias. Brian, então, foge.

De manhã, ao abrir a janela, percebe uma multidão do lado de fora proclamando que ele é o Messias. Sua mãe, Mandy, (Jones) protesta: “He’s not the Messiah. He’s a very naught boy (Ele não é o Messias, ele é um menino muito travesso)”.

Após fugir da multidão novamente, Brian finalmente é capturado pelos centuriões romanos e levado para ser crucificado. Enquanto isso, a multidão se reúne do lado de fora do palácio de Pilatos.

O imperador tenta acabar com o sentimento de revolução concedendo-lhes a decisão do perdão. A multidão, no entanto, simplesmente grita nomes contendo a letra “r”, a fim de zombar da dificuldade de Pilatos na fala (pois ele troca o “r” pelo “l”).

Se você quiser saber mais (muito mais) sobre este filme, adquira o livro “A História (quase) Definitiva de Monty Python“!!

São 328 páginas contando a história do grupo, desde os tempos do teatro na faculdade até os dias de hoje!

01Judith aparece no meio da multidão e pede a libertação de Brian, e toda a multidão começa a rir, pedindo para que “Libelte Blian!”.

A ordem de Pilatos é retransmitida aos guardas, mas, em um momento parodiando o clímax do filme Spartacus, várias pessoas crucificadas afirmam ser “Brian de Nazaré” (um homem começou a gritar “Eu sou Brian e essa é minha esposa, o nome dela também é Brian”).

Resultado: o homem errado é libertado.

A esperança de salvação é renovada quando o Esquadrão Suicida da Frente Judaica Popular aparece para salvar a todos, mas, como é o Esquadrão Suicida, eles acabam se matando. Condenado a uma morte longa e dolorosa, Brian encontra seu ânimo levantado por um colega de crucificação, que começa a cantar “Always Look on the Bright Side of Life (Sempre olhe para o lado brilhante da vida)”.

01
Aparição do beatle George Harrison

Thiago Meister Carneiro

Jornalista Especialista em Estudos Linguísticos e Literários, 38 anos na cara. Às vezes grava o podcast Pythoneando, e às vezes assiste Monty Python na Netflix. Autor do livro "A História (quase) Definitiva de Monty Python"

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